quarta-feira, 5 de abril de 2017

Aprendizagem na vida Adulta

      Após leitura de um PPT sobre a aprendizagem da vida adulta, tento responder aos questionamentos que foram feitos:
    Quem é o adulto? É aquele  sujeito que atingiu completo desenvolvimento ou chegou na maturidade plena em relação a sua integração social, funções  intelectuais e emocionais que são atribuídas ao sujeito quando atinge a idade dos 18 anos, segundo o dicionário e a Lei respectivamente. Sendo assim, esse indivíduo não mais precisará aprender ou transforma-se, pois ao completar os 18 anos estará completo.  Segundo a epistemologia genética de Piaget o indivíduo não para de aprender, segue  na construção de conhecimento com bases nas estruturas que se formaram anteriormente ao longo dos anos, desde o nascimento. Entendo que a chegada na idade adulta apenas alicerçou uma base de conhecimentos significativos para a continuidade,  para o aprimoramento das complexidades das relações que se fazem entre sujeito e objeto, ou seja a constante construção das estruturas para a cognição. Sendo que a idade adulta não se determina por um tempo cronológico fechado. Este, ainda pode ser variável e mutável dependendo das culturas onde este sujeito vai construir suas relações.
      Como já havíamos estudado no eixo II, a construção do  pensamento cognitivo se dá por estágios de desenvolvimento e o conhecimento das características de cada um deles é importante para entendermos como ocorre o processo de aprendizagem. A partir dai nos auxiliarmos para um bom planejamento, nos colocando sempre no lugar do outro.

MARQUES, Tânia Beatris Iwaszko. Aprendizagem na vida adulta. Disponível em: https://moodle.ufrgs.br/course/view.php?id=43019



terça-feira, 4 de abril de 2017

Experiênciando

        Em relação a realizar experiências  com as crianças da educação infantil  posso dizer que sim é possível, é estimulante e provocador. A ideia de provocar a curiosidade nas crianças possibilita que novas experiências sejam estimuladas. Ao realizar as experiências  Bolsa Mágica e Garrafa Invisível constatei que as crianças formularam suas hipóteses e criaram conceitos próprios. Como diz no texto de Russel da Rosa, as crianças puderam se situar em relação as novas informações; fazer previsões; comparar e observar a regularidade e as discrepâncias das informações obtidas,  alcançando assim, alguns novos objetivos.

       A fantasia faz parte desta construção de ideias sobre os fenômenos observados.  A prática da observação aliada à curiosidade sobre os novos fenômenos descobertos, comparando com persistência e  planejamento vão substituindo os pensamentos simples por pensamentos mais complexos. Consequentemente, suas perguntas também vão se transformando, diante da perplexidade, formulam  hipóteses cada vez mais elaboradas.




segunda-feira, 3 de abril de 2017

Ainda falanda das Ciências

       Pesquisa  em Ciências

    

        Este vídeo mostra o final de um dos momento importantes que observei na escola de educação  infantil em que trabalho, quando dois meninos brincavam na pracinha, percebi que estes realizavam uma experiência através da pesquisa de materiais. Explico: no escorregador da pracinha, um deles levou uma chaleira de alumínio que encontrou nos brinquedos e colocou para escorregar. Esta deslizava de forma instável, rolava, travava no piso do escorregador.. Então o outro menino resolveu colocar areia dentro da chaleira  e novamente colocar para escorregar. Parece que gostaram do resultado pois seus risos eram de satisfação. Assim passaram a colocar mais areia na chaleira e observar como esta escorregava. Ora colocavam, ora tiravam. Chegou voando uma folha de jornal e imediatamente um deles resolveu experimentar também a chaleira sobre a folha de jornal. Os dois meninos passaram longos minutos experimentando a chaleira no escorregador com diversos materiais que encontraram no pátio.  Depois outras crianças juntaram-se para brincar.
       O que eu aprendi observando as crianças foi muito valioso. O que eu aprendi a partir das leituras sobre pesquisa e "a necessidade de reflexão crítica dos princípios educativos da pesquisa no processo de ensino  e aprendizagem" (ROSA), esta no fato de eu não ter impedido a brincadeira, o que anteriormente, teria feito logo de inicio, por acreditar que os objetos (chaleira, pá, jornal) pertenciam  a outros espaços de brincar. Deixar que as crianças experimentassem livremente me mostrou o prazer que eles puderam sentir em cada descoberta.

ROSA,  Russel T. D.  Repensando o Ensino de Ciências a partir de novas histórias da Ciências Disponível em: https://moodle.ufrgs.br/course/view.php?id=41715
Vídeo disponível em: https://photos.google.com/search/_tv_V%C3%ADdeos/photo/AF1QipPj1WoxDztocI9U9zToa1phEUgmrS3RjKR5vgw2





sábado, 18 de março de 2017

Ciências e educação infantil



       O estudo da Ciência na educação infantil
   

      A Ciência surge da curiosidade. 
    Se soubermos provocar a curiosidade em nossas crianças através da observação e da experimentação sensorial e do seu próprio cotidiano, ela vai formular hipóteses e criar seus próprios conceitos.
     A fantasia faz parte desta construção de ideias sobre os fenômenos observados. 
     A prática da observação aliada à curiosidade sobre os novos fenômenos descobertos, comparando com persistência e  planejamento, vão substituindo os pensamentos simples por pensamentos mais complexos.

quarta-feira, 15 de março de 2017

OBSERVAÇÃO E PESQUISA




  Observação como meio de pesquisa abre portas para o aprendizado. 


A observação nada mais é que ter experiências sensoriais reais. Através da observação a criança pode teorizar questões a respeito do funcionamento do mundo.  Desperta a curiosidade motivando para novos questionamentos e consequentemente a novas pesquisas.


A cada nova pesquisa, a criança vivencia novas experiências, despertando em si a consciência crítica, uma forma de relacionar-se com o mundo na tentativa de compreendê-lo.


 
Ao lado uma criança do berçário fazendo uma exploração tátil dos objetos da caixa dos tesouros, onde foi disponibilizado diferentes objetos e materiais.(sonoros, plástico, tecido, da natureza como sementes, pedras, folhas, etc.).

terça-feira, 14 de março de 2017

História e identidade



“A história inicialmente estudada no país foi a história da Europa Ocidental, apresentada como a verdadeira história da civilização”. Assim nos fala Elza Nadai no artigo¹ “O ensino de história no Brasil: Trajetória e perspectiva”. Nadai fala que nossa história era centrada em datas, biografias e algumas batalhas, contadas de forma mascarada, relegada a um segundo plano .
Fazia-se um cenário imaginário da formação da sociedade brasileira formada a partir de contribuições étnicas dos colonizadores portugueses e mais tarde dos imigrantes europeus e uma pequena contribuição do negro e do índio, sem caracterizar as condições em que se faziam essas relações: enormes diferenças sociais, de trabalho e dos direitos civis.
Com o passar do tempo e as novas e variadas metodologias e formas de pesquisa, as influencias no modo de ensinar e fazer a historiografia no país passou a acrescentar assuntos antes não valorizados na busca da própria identidade.  As pesquisas incorporam temas como as lutas operárias, dos camponeses, das minorias, etc. e a conquista que hoje se traduz nas leis 10.639 e 11.645 onde é dada a devida importância da história e cultura do negro (afro-brasileira e africana) e do reconhecimento dos povos originários na formação da sociedade brasileira.




 ¹Artigo publicado na Revista Brasileira de História disponibilizado no ambiente Moodle.

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

O Ensino da Matemática na Educação Infantil

     

      O texto Alfabetização Matemática nas séries Iniciais – O que é? Como fazer? Disponibilizado no moodle de Maria da Silva Lourenço, Vivian Tammy Baiochi e Alessandra Carvalho Teixeira, tratam da alfabetização matemática como um grande desafio onde “não basta apenas aprender a reconhecer os números, é necessário compreender a qual quantidade ele se refere”, portanto para desenvolver noções matemáticas a criança precisa ainda na educação infantil,  vivenciar o pensamento matemático, queiramos ou não, que esta no seu cotidiano. Para isso, basta o professor possibilitar estes espaços onde a criança se sinta segura e livre para exercitar estes pensamentos que estão nas diversas formas de representações que ela tem na relação com os objetos. “Ensinar é sim proporcionar condições para a construção dos conhecimentos pelos alunos, de forma crítica, consciente, estimulando a autonomia, reflexão, a discussão e o raciocínio"

      Acredito que é possível trabalhar matemática permeada à rotina das crianças, pois a linguagem matemática esta presente em quase todos os momentos. No prato cheio de comida ou pela metade que servimos nas refeições, na fila por altura, nos pares de mãos dadas, na divisão dos grupos, etc. Como foi citado no texto, as crianças não precisam ter em mente nomenclaturas, mas sim perceber e desenvolver o raciocínio através da exploração de situações que podem ser provocadas pelo professor no campo aditivo. O diálogo e a utilização de variados materiais, diferentes contextos e representações irão ajudar as crianças na formação de conceitos que farão parte da compreensão da lógica matemática mais tarde no ensino fundamental.