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quarta-feira, 4 de julho de 2018

MEMÓRIA DAS TECNOLOGIAS NA ESCOLA

Em atividade proposta pela interdisciplina Educação e Tecnologias da Comunicação e Informação construímos em grupo uma linha de tempo que refletia as nossas memórias tecnológicas nos espaços escolares que passamos tanto como alunos como professores e educadores. Analisando as linhas de tempo de cada uma das componentes do grupo, verificamos que algumas tecnologias se repetiam, como o giz, o quadro verde, o lápis, o caderno e a borracha e que foram relacionadas como muito importantes em relação ao contexto educacional vivido por cada uma. O que chama a atenção é que o grupo tem componentes com idades diferentes e distantes, portanto essas tecnologias foram utilizadas em épocas também diferentes, mas no mesmo período escolar e com a mesma intencionalidade pedagógica: escrever, copiar, preencher lacunas, pintar, seguir traços, etc. As tecnologias foram avançando, mas o uso das primeiras permanece até hoje, talvez com alguma intencionalidade diferenciada. A entrada da informática nas escolas e o uso de outras tecnologias similares foram tomando espaço nos bancos escolares e substituindo as tecnologias lá de trás dos primeiros anos iniciais, mas não substituindo por completo, pois vemos até hoje estes materiais sendo utilizados em turmas de primeiros anos como único recurso tecnológico de aprendizagem. As mais modernas tecnologias estão presentes no dia a dia da maioria dos estudantes, mas não são bem aproveitados nas escolas, tão pouco seu uso enquanto técnica de aprendizagem, onde a intencionalidade pedagógica em organizar as aulas de maneira consciente, planejada, criativa seja capaz de produzir um efeito positivo na aprendizagem do aluno. Espero saber aproveitar ao máximo todo o aprendizado que tivemos nesta e outras interdisciplinas para a realização do estágio curricular no próximo semestre. Que se possa usar as tecnologias disponíveis de forma a incluir o aluno, abrindo novas possibilidades de construção de conhecimento.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Desafio tecnológico nos Berçários


O que fazer com as crianças de chupeta que dominam as tecnologias e os recursos táteis com muito mais facilidades que nós adultos maduros? Desafio tecnológico nos Berçários

Pensando em um planejamento para crianças pequenas entre zero e três anos, em que as tecnologias digitais não são novidades para elas, me chega a ideia de trabalhar com conceitos de linguagem. Se a linguagem é uma construção social e o sujeito é construído na e pela linguagem, planejar atividades com jogos interativos, por meios de comunicação e interlocução, criamos uma atividade inovadora para o desenvolvimento da linguagem falada das crianças.  Atividades voltadas para a imitação de sons, repetição de palavras ouvidas, estimulo às descobertos e ao manuseio das tecnologias digitais, podem gerar um bom desenvolvimento da oralidade e das estruturas da cognição, como também da autonomia das crianças.

Pedagogia Inovadora


         Inovação pedagógica trata-se  de um novo olhar sobre a maneira de ensinar e aprender. Para isso é necessário correr riscos e promover uma série de mudanças como a ruptura das antigas formas de ensinar (princípios positivistas); valorizar o conhecimento cultural e popular em detrimento da globalização tão atrelada as formas de ensinar;  partilhar além dos conhecimentos e das experiências entre alunos e professores também na coletividade, buscando uma gestão mais democrática, mais  diversa, onde as decisões sejam do coletivo; superar as dualidades, as avaliações formais e as prescrições. Projetar um equilíbrio entre as normas técnicas/regulatórias e protagonismo emancipatório.
          Assim novamente tentamos descobrir como fazer nosso trabalho docente da melhor forma, como muitos estudos pedagógicos vem demonstrando. A partir dos ambientes de aprendizagens? Utilizando as mais inovadoras tecnologias digitais? Abandonando as velhas e duradouras tecnologias como papel, caneta, giz  e quadro negro? Não. Acredito que inovar é exatamente não abandonar as velhas tecnologias que tanto fazem parte da nossa memória escolar, cultural e coletiva, mas inová-las, transforma-las  em um verdadeiro território de aprendizagens.  Mudando o formato, harmonizando, experimentar outras possibilidades de uso. E e assim iremos inovar no estágio curricular usando das tecnologias que se dispuserem a nossa frente,  pois sabemos que nossas escolas não estão preparadas para receber as inovações que chegam com as novas gerações,  mas nós docentes, estaremos preparados para recebê-las e planejarmos criando ambientes de aprendizagens onde  possamos unir estas diferentes tecnologias (velhas e novas, digitais e analógicas) é parte do grande desafio para o  próximo semestre.